Henrique Vaz, do Clube Ténis Vila Real, novamente campeão regional

Campeonato Regional de Veteranos+35

Sob organização da Associação Regional de Ténis de Vila Real (sede em Chaves), e tendo como anfitrião o Ténis Clube de Chaves, decorreu este pretérito fim-de-semana (25 e 26 de Julho), nos courts rápidos do emblema flaviense, mais um Campeonato Regional de Veteranos.

Esta competição, a mais importante do grupo no calendário regional e constante das provas oficiais da Federação Portuguesa de Ténis, atribuiu neste escalão +35 os títulos de melhores “raquetes” nas modalidades de singulares e pares masculinos. Inicialmente incluída no “programa de festas”, a grelha dos +45 não se realizou porque… não! No grupo +60, as inscrições foram inexistentes.

Tratando-se de um grupo específico, o sistema de disputa de encontros foi à melhor de 3 sets com tie-break nos dois primeiros, sendo o terceiro set – quando necessário – um super tie-break (até aos 10 pontos).

Nos pares, e segundo o Regulamento Geral de Provas da FPT, existe a obrigatoriedade da aplicação do sistema “ponto de ouro”, isto é, sem vantagens.

Para os menos informados, e apesar da excelente condição física que diversos “cotas” apresentam, será despiciente ignorar, por exemplo, que a participação dos jogadores nestas provas está condicionada à relação entre o número de encontros por dia, o tempo de descanso entre eles e, claro, sensatez da organização.

Deste modo, e apesar do calor, esta competição foi, sem dúvida, uma excelente oportunidade para ver em acção alguns dos melhores jogadores da “praça”. Neste caso, atletas veteranos com experiência q.b. e com muitas horas passadas nos courts foram garantia de encontros bem animados.

Assim, numa progressiva “triagem”, os melhores executantes foram avançando e os tenistas presentes nos derradeiros encontros foram, de facto, os que melhores argumentos apresentaram no campo.

Na almejada final de singulares, Henrique Vaz (CTVR), fiel à sua “velhinha” raquete austríaca – Head Prestige Mid – e amante da encordoação belga, Luxilon Big Banger Original, revelou-se sólido e competente q.b., granjeando nova vitória sobre o cada vez mais competitivo jogador do CCPAD e primeiro cabeça-de-série da prova, Pedro Teixeira, desta feita por 6/3, 6/2. Mais um título para a colecção!

Na final de pares, a contenda foi deveras equilibrada. Frente a frente: Paulo Jorge Coelho / Ricardo Mendes (CCPAD) vs Paulo Marinho / Rui Arlindo Castro (duluténis). Aliás, os parcelares de 4/6, 7/5, 10-5 a favor da dupla do CCPAD espelham bem a dificuldade dos reguenses em fechar o encontro que, mais experientes, souberam executar e definir com acerto nos momentos chave deste encontro.

A encerrar, a habitual cerimónia de entrega dos troféus premiou os diferentes vencedores e finalistas, que assim conquistaram um lugar de destaque nesta competição.

AF

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