Fé, Futsal e Juventude

Fé, Futsal e Juventude foi o tema escolhido para a mesa redonda que decorreu em Chaves, na passada quarta feira, dia 11. O evento, que tinha como um dos objetivos promover e divulgar a realização da Clericus Cup, torneio nacional entre padres das várias dioceses do país, na referida cidade flaviense, contou com um elevado número de participantes e não era para menos, visto que os convidados, conhecidos no mundo do desporto e no futsal em particular, prometiam protagonizar belos momentos de partilha! Assim foi. Um privilégio para quem teve a oportunidade de estar presente.

Moderada por Miguel Cabral, a tertúlia, se assim lhe podemos chamar, contou com a presença do selecionador nacional de futsal, Jorge Braz, que salientou aspetos deveras importantes, tais como o respeito ou os princípios de quem sabe que não vale tudo para ganhar, pois os valores são mais importantes do que qualquer vitória; a Rute Carvalho, que tão bons resultados obteve ao leme da equipa feminina de futsal do GD Chaves, frisou, entre outras, a questão do compromisso desde as camadas jovens, a fim de que a responsabilidade possa vir a dar frutos no futuro; o Pe. Marco Gil, também ele adepto e jogador de futsal, deixou claro que todos nós podemos fazer tudo, apenas temos de gerir a nossa agenda, ou seja, não é necessário deixar de praticar desporto para ir à missa. Há tempo para tudo, basta haver vontade!; e o prof. António Aires, também ele com um vasto currículo no mundo do futsal e que, entre outros aspetos relevantes, se focou na importância da linguagem. Tendo em conta que estas novas gerações mudaram, disso ninguém tem dúvidas, fomos questionados acerca do modo como transmitimos a mensagem ou como cativamos a juventude, seja na Igreja, seja no desporto.

Usaram ainda da palavra o bispo diocesano, D. António Augusto, e o presidente da Câmara Municipal de Chaves, Dr. Nuno Vaz. Ambos se mostraram animados e empenhados para que o torneio decorra da melhor forma possível, na medida em que será um evento importante não só para a diocese que está a celebrar o seu centenário, mas também para a própria cidade.

Foi, sem dúvida, um belo “início para o torneio”.

Diác. Miguel Santos

Menu