DGS define normas para retoma do futebol não profissional e modalidades

Principais desportos coletivos não têm de realizar testes antes dos jogos, salvo no caso de equipas oriundas de zonas com transmissão comunitária ativa.

A Direção Geral da Saúde divulgou esta terça-feira as orientações gerais para o regresso das competições desportivas em Portugal, um plano onde, além das indicações específicas para a higienização de espaços de treino e competição, criação de circuitos, utilização de equipamento de proteção individual e demais aspetos a que as federações devem ter em atenção, sobressai a divisão das várias modalidades em três categorias, consoante o risco de contágio.

Assim, as modalidades podem ser de risco baixo, médio ou alto. Mas no anexo 3 do documento não são apontadas modalidades de risco baixo.

Nas modalidades de risco médio surgem os desportos de pavilhão, casos do andebol, basquetebol, corfebol, voleibol, hóquei em patins, futsal, além do futebol, futebol de praia, hóquei em campo e atividades subaquáticas.

Nas de risco elevado estão as modalidades em que o contacto físico é maior, casos do judo e outros desportos de combate, do râguebi e do polo aquático.

A realização de testes antes dos treinos não é obrigatória em nenhum dos casos, mas no que toca às modalidades de risco elevado terão de ser realizados 48 horas antes da competição. No caso das modalidades de risco médio, só serão realizados testes se a competição envolver equipas provenientes de zonas com transmissão comunitária ativa.

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