AFVR | Sabrosa – Vidago, 0-2: Vitória sem contestação


O Vidago deslocou-se ao Campo da Feira Velha, em Sabrosa, e bateu os locais por 2-0, com golos de Rui Jorge e Jorginho, numa vitória justa e sem contestação.

Desde muito cedo se percebeu a toada do jogo, com o Vidago a assumir as despesas do jogo e a equipa do Sabrosa num bloco médio-baixo, sempre mais cautelosos e a jogar no erro adversário, para se lançar no contra-ataque.

Os forasteiros estavam com dificuldades para entrar no último terço adversário, mas eis que numa grande jogada de Juninho pela direita (que dribla 3 adversários), toca a bola para o coração da área, onde Rui Jorge, vindo de trás, remata forte e colocado para o primeiro golo da tarde, não dando hipóteses ao guarda-redes Rui Capela.

Na jogada praticamente seguinte e após boa jogada a partir da esquerda, o Sabrosa tem uma oportunidade soberana de golo, com Dioguinho a cruzar para a pequena área e Marcos salta sozinho e cabeceia ao poste, num lance onde os centrais forasteiros facilitaram e Tiago Guedes estava batido e nem se mexeu.

Poucos minutos depois mais uma bola no poste: o lateral esquerdo Júlio facilitou a “cobrir” a bola na linha de fundo, Guilherme rouba a bola e entrega a Marcos, que volta a rematar ao poste. Podia ter sido o empate.

Até ao final da 1ª parte o jogo ficou dividido e até um pouco mal jogado, com muita bola no ar e muitos duelos, sendo o Vidago um pouco mais forte no ganho da 2ª bola, mas sem conseguir chegar em boas condições a zonas de finalização. O intervalo chegou e a vantagem era justa, mas também com uma eficácia tremenda.

A 2ª parte foi um pouco diferente, com um Vidago um pouco mais recuado e com os locais a tentarem “furar” a defensiva, mas pouco esclarecidos e quase sempre através de cruzamentos. Os treinadores também começaram com as mexidas a partir do banco e o segredo esteve aí: Jorginho entra no jogo e volvidos poucos minutos em campo, aproveita uma bola perdida e o guarda-redes adiantado, para lhe fazer um grande chapéu, fazer o 2-0 e matar o jogo.

Até ao final, o Vidago geriu com quis, mas ficou a sensação que o Sabrosa podia ter feito bem mais, tal como tinha feito na 1ª parte.

Nota de destaque para a quantidade de público nas bancadas, pois a bancada estava praticamente cheia e com um calor humano que é de salutar para o futebol.

Por Luis Martins

Foto: UDC Sabrosa

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