AFVR (Fase Apuramento de Campeão): Quentinho

Jogou-se a 4ª jornada da Fase Campeão do Campeonato da Divisão de Honra da AF Vila Real, com o Santa Marta a consolidar a liderança isolada, o Régua a mostrar que vai estar na luta até ao fim, e com o Vilar de Perdizes a dar um tiro nos pés (com o empate caseiro frente ao Abambres). Vamos aos jogos:

– Régua – Cerva, 2-1: uma vitória tirada a ferros da turma reguense e já nos descontos. Um jogo repartido, embora com o Régua a ter as melhores oportunidades e maior ascendente (principalmente na 1ª parte). Com este resultado, o Cerva fica, na minha opinião, fora da corrida pela subida. Ao contrário do Régua, que deu um sinal de grande vitalidade e que vai disputar este título até ao fim (vai a Ribeira de Pena e recebe o Abambres).

– Santa Marta – Vila Pouca,1-0: o Santa Marta sobreviveu a uma verdadeira prova de fogo, perante o candidato Vila Pouca, que via neste jogo a sua última possibilidade de poder lutar pelo título. A turma aguiarense está assim, na minha opinião, fora da luta pelo título, uma equipa da qual se esperava muito mais, atendendo ao plantel. O Santa Marta é a única equipa que depende apenas de si, mas com um calendário complicado (Vilar de Perdizes, fora e Cerva em casa).

– Sabrosa – Ribeira de Pena, 2-0: ambas as equipas ainda não tinham pontuado, pelo que este jogo seria uma encarado com outros olhos. Uma vitória sem mácula do Sabrosa, que premeia os seus jogadores e os seus adeptos, neste ano de regresso ao Campeonato da Divisão de Honra da AF Vila Real, já depois de ter passado à Fase Campeão.

– Vilar de Perdizes – Abambres, 3-3: que grande jogo de futebol no Campo da Lage em Vilar de Perdizes, sendo que o Abambres teve por 3x na frente do marcador, numa semana fustigada de lesões e com a saída do seu treinador (Nuno Martins). Que grande campeonato está a fazer! O Vilar de Perdizes não teve arcaboiço para dar a volta ao resultado e deu um grande passo atrás nesta corrida ao título e agora já não depende de si. O Vilar de Perdizes recebe o Santa Marta e vai a Sabrosa.

Por Diogo Castela

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