Nacional de Juvenis: SC Régua 0-2 Feirense

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Equipa de arbitragem com grande protagonismo, prejudica SC Régua

Humberto Teixeira, árbitro da partida e seus árbitros auxiliares foram os grandes protagonistas deste jogo ao cometer uma serie de erros, que mais pareceram uma provocação a todos aqueles que se deslocaram ao Municipal Artur Vasques Osório, para além de uma enorme falta de respeito pelos atletas do Régua que sentiram na pele a arrogância e a falta de pedagogismo de um trio de arbitragem que decidiu o resultado final, com decisões simplesmente vergonhosas.
Pelo que fizeram ao longo do jogo os briosos atletas reguenses não mereciam nem perder este jogo, nem ter pela frente gente incompetente e que se serve do futebol e não precisamente o contrario.
Apesar do maior domínio por parte dos visitantes nos primeiros 40 minutos, em que através de lances de bola parada conseguiram criar perigo junto á baliza reguense, tendo mesmo numa dessas situações enviado uma bola á trave, a formação da casa muito bem organizada e a jogar em contra ataque, também criou perigo junto á baliza de André, que se revelou um guarda-redes muito atento. Destaque ainda nesta etapa inicial para duas agressões que atletas do Régua foram vítimas, a primeira nem falta foi marcada e a segunda, nem o cartão amarelo foi exibido.
A segunda metade trouxe mais velocidade ao jogo, com os forasteiros mais perto da baliza de Alex que teve três enormes intervenções, uma delas uma grande penalidade defendida a remate de Francisco, diga-se erro grave do árbitro da partida mas que veio na sequência do mau trabalho que realizou. Este lance ainda “incendiou” mais o ambiente que se vivia nas bancadas.
Nos últimos 15 minutos o Régua soltou-se mais e dispôs de três lances para marcar. Primeiro num livre indirecto dentro da grande área a punir um atraso de um defensor do Feirense para o seu guardião, na conversão do livre Diogo Teixeira remata forte mas a bola embate num adversário, depois é Zé Mota que no lado esquerdo ganha ao seu marcador directo e remata já em desequilíbrio, para uma grande defesa de André que negou o golo.
O Feirense por Vasco quase marca mas o remate saiu por cima da , na resposta Eduardo na pequena área obriga André a mais uma grande defesa evitando novamente o golo.
O jogo estava vivo, o golo podia acontecer em qualquer das balizas e Humberto Teixeira e seus árbitros assistentes continuam a protagonizar um triste espectáculo sempre em prejuízo dos reguenses que acabaram por sofrer um golo no segundo minuto dos descontos, lance em que João parte em posição irregular, serve na perfeição Vasco Santos que marca sem dificuldade, mais protestos dentro e fora das quatro linhas e um ambiente cada vez mais exaltado com a prestação do trio de arbitragem. Ainda se discutia o lance do golo e o Feirense numa jogada rápida de contra ataque faz o segundo por Francisco.
Inglório este resultado para os locais que nunca se intimidaram com o valor do adversário que apesar de demonstrar possuir boa equipa, não justificou neste jogo a posição que ocupa na tabela e, só conquistou os três pontos pela ajuda de terceiros.
Quanto a Humberto Teixeira e seus árbitros assistentes, foram simplesmente maus demais e mais grave se torna quando demonstraram ao longo da partida uma enorme dualidade de critérios e uma falta de respeito pela instituição S.C. Régua.

Estádio Artur Vasques Osório na Régua
Arbitro: Humberto Teixeira (AF Porto)

SC Régua: Alexandre, Pedrinho, Diogo Lopes, Zé Nuno (Jorge, 51) Barradas, Zé Luís, Pedro Henrique, Gonçalo Melo, Zé Mota, Miguel (António, 56) e Eduardo (Gonçalo Teixeira, 78).
Treinador: Marco Maleiro

Suplentes: Gaby, Gonçalo Xavier, Mário Borges, Bruno
Feirense: André, Vitinha (Xavi, 64), Hugo, Fred, Valente, Manuel, Francisco, Diga, Batistuta (João, 40), Pedro e Xico (Vasco, 70)
Treinador: Vasco Coelho

Suplentes: Ivo, Fábio, Micolli, Magalhães

 

Golos: 0-1, Vasco (80+2), 0-2, Francisco (80+4)

Cartões amarelos: Zé Nuno (30), Pedro Henrique (55) e Barradas (63)

 

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