Fernando Parente Entrevista Samuel Pinto

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Entrevista ao Treinador dos SUB 20 Futsal da AJAB Tabuaço

 

Amigo, uma pergunta que se impõe: o que para ti significa a modalidade Futsal? 

Antes de mais queria agradecer-te pelo convite e acima de tudo a oportunidade de partilhar o que tem sido o meu ainda curto percurso nesta apaixonante modalidade.

O que significa o futsal é algo extremamente difícil de descrever, quando fazes algo com paixão, algo a que te dedicas 365 dias do ano é porque realmente significa muito para ti.

Futsal faz parte do meu dia-a-dia, essencialmente, é um estilo de vida do qual eu pretendo desfrutar ao máximo.

Samuel, criaste em 2010 com mais amigos, a equipa de futsal Associação Juvenil 31 Barcos. Porquê o término 3 anos depois?

A AJ 31 Barcos tinha tudo para se tornar um projeto sólido a longo prazo.

Foram 3 anos de grande aprendizagem, 3 anos em que dediquei tudo de mim a esse projeto.

Não me arrependo de ter dedicado tantas e tantas horas nesse projeto, pois também foi graças a ele que tive a oportunidade de ingressar no mundo do futsal.

infelizmente, ao fim da 3ª época e, devido a divergênciasdiretivas,tivemos de suspender a atividade e dar por extinta a associação.

Ou se está num projeto a 100% ou não se está, ou estamos todos de acordo e “remamos” todos para o mesmo lado, ou então não vale a pena insistir em algo quede um momento para o outro deixou de ter pernas para andar.

As atitudes ficam para quem as pratica!

 

No teu primeiro ano como Treinador, consegues com a equipa da tua freguesia um excelente 2º lugar na 1ª Divisão Distrital de Viseu. Essa afirmação da AJ 31 de Barcos confirmou a tua vontade em seres mesmo Treinador de Futsal?

O 1º ano foi essencialmente o ano zero, o ano de tentar entender como funcionava tudo, era tudo novidade, algo para o qual não estava preparado, mas acima de tudo tinha imensa vontade de aprender e evoluir.

Felizmente nessa minha 1ª época tive ao meu dispôr um excelente grupo de trabalho, um misto de jogadores experientes e outros muito jovens, e com a ajuda de todos conseguimos um honroso 2º lugar.

Digamos que essa afirmação da equipa foi a certeza de que queria ir mais além como treinador.

Queria aprender mais e mais, e para isso teria de dar 100% de mim a cada treino, a cada jogo, só assim seria possível evoluir.

Pois o caminho faz-se caminhando.

 

E como fazes para conciliar o Futsal com o teu trabalho?

Não é fácil, aliás, é extremamente difícil. Felizmente tenho uma entidade patronal e um colega de trabalho que são impecáveis.

Pois eu trabalho aos sábados, e tenho de solicitar trocas de horários, trocas de folgas, pedir para sair mais cedo etc, só com pessoas extremamente atenciosas e compreensíveis é possível poder conciliar as duas coisas.

Pois ao longo destes 5 anos nunca tive de faltar a um jogo devido ao trabalho.

Devo-lhes muito por isso, e reconheço toda essa amizade demonstrada.

 

Treinas durantes 3 anos a AJ 31 de Barcos, o projecto termina e depois surge um convite da parte do Bruno Pereira, ex-Presidente da AJAB Tabuaço. Era algo que esperavas ou um desejo que tinhas em treinar um dos clubes mais representativos a nível nacional da AF Viseu?

O convite surgiu com alguma naturalidade, pois o ex-Presidente e meu amigo Bruno Pereira foi alguém que acompanhou o meu percurso ao longo dos 3 anos na AJ 31 Barcos, e reconhecia em mim acima de tudo capacidade de trabalho.

Para mim sim, foi uma surpresa, pois a AJAB Tabuaço sempre esteve bem servida de treinadores e não imaginaria que poderia trabalhar num clube tao conceituado a nívelDistrital e Nacional num tão curto espaço de tempo.

Não pensei duas vezes, pois era uma honra para mim, e a oportunidade para dar início ao que tanto queria, aprender com os melhores.

 

Foste inserido num projecto, no qual também fiz parte, onde tínhamos, como equipa técnica (juntamente com o Ricky), alcançar o principal objectivo que era a manutenção e fazermos (uma vez que eras o técnico principal dos juniores) a ponte dos atletas dum escalão para o outro. Que guardas dessa época (2013-14)?

Acima de tudo estava empenhado em dar o melhor de mim, tanto com os juniores como no apoio que prestava na equipa sénior.

Poder trabalhar e principalmente aprender com alguém a quem eu reconheço imensas qualidades com provas dadas a nível Nacional, (Fernando Parente), era a cereja no topo do bolo.

Tratava-se da minha oportunidade e teria de agarrá-la com as duas mãos.

Tentei ao longo de toda a época ser o mais útil possível nesse projeto e retirar o máximo de conhecimento.

Felizmente os objetivos foram alcançados, a equipa sénior garantiu a manutenção, e a inclusão dos jogadores com idade júnior na equipa sénior foi feita com a devida tranquilidade, e com alguns jogadores a tornarem-se presenças assíduas em jogos pela equipa sénior.

 

Teres conseguido, nesse ano, ser Campeão Distrital de Juniores foi a cereja no topo do bolo?

Ter sido campeão na época de estreia foi fantástico, foi para isso que trabalhamos ao longo de tantos e tantos meses.

Era algo que tínhamos definidocomo obrigatório, pois tinha ao meu dispôr um grupo de jogadores do melhor que existia no distrito de Viseu.

Jogadores esses, que tinham sido campeões em todos os escalões de formação da AF Viseu, logo não poderia falhar.

Tínhamos de colocar esse título na sala de troféus da AJAB Tabuaço e também no currículo desses fantásticos atletas e felizmente todos juntos conseguimo-lo.

 

O que sentes neste momento pelo fato de estares a realizar a tua primeira experiência como técnico principal duma equipa Sub-20, no primeiro campeonato nacional da mesma categoria?

É extremamente gratificante, pois temos a noção do quanto batalhamos para chegar aqui.

Difícil não é chegar, é mesmo mantermo-nos cá e felizmente também já garantimos a presença da equipa no campeonato dapróxima época.

O fato de ser o 1º campeonato nacional sub-20 também ressalva o mérito, pois estará escrito para sempre que a AJAB Tabuaço esteve lá.

Termos chegado à fase final (Apuramento Campeão Nacional), era o objetivo proposto para esta época, pois queríamos estar entre as 8 melhores equipas do país e conseguimo-lo.

Podermos a cada fim-de-semana defrontar equipas como Sporting CP, SL Benfica, Burinhosa, AJ Antunes, Covão Lobo, NS Leiria e Caxinas é gratificante para quem tem tanta vontade de aprender e com isso evoluir.

E tenho a perfeita noção que tanto eu como os jogadores vamos aprender muito com todos estes adversários de eleição.

Pois se queres estar entre os melhores, tens de aprender com os melhores!!!

 

Que balanço fazes da tua evolução como treinador nestes cinco anos que levas de futsal?

O balanço é positivo, a evolução existe, como não poderia deixar de ser, mas também tenho a perfeita noção de que ainda tenho um longo caminho a percorrer.

Ainda não fiz nada, e mesmo que o tivesse feito já mais deixaria de querer mais e mais.

O futsal é um desporto que está a evoluir a cada dia que passa, e se queres estar atualizado tens de acompanhar a evolução.

Cada vez mais aparecem treinadores e equipas com imensa qualidade e se queres “discutir” o jogo pelo jogo só tens uma solução, trabalhar cada dia mais e melhor, pois só assim poderás estar ao mesmo nível.E é isso que vou continuar a fazer, a APRENDER…

 

O que retiraste, de modo a implementares na tua equipa, de todos aqueles treinadores com quem trabalhaste ao longo da tua vida futsalística até ao momento?

 Ao longo destes 5 anos tive a felicidade de enfrentar grandes treinadores, tais como Raul Moreira (Caxinas), André Graça (Lobitos), Bruno Fuzileiro (Benfica), Jorge Monteiro (Sporting), Rui Almeida (Nelas) entre outros e com todos eles aprendi algo, algo que certamente me será útil no futuro, não tenho a menor duvida.

Mas com quem realmente aprendi muito e ensinamentos de qualidade foi consigo mister Fernando Parente.

Uma época desportiva a trabalhar consigo teria obrigatoriamente de adquirir ensinamentos de qualidade.

A cada treino, a cada palestra, a cada desconto de tempo, havia sempre algo de novo para a minha aprendizagem.

Posteriormente como cada treinador tenho o meu modo de ver o jogo e tento implementar o melhor de cada um com quem me cruzei ou trabalhei.

Mas com todos aprendi muito e vou continuar a aprender.

 

Sonhas chegar a liderar uma equipa com outras ambições?

Sonhar é possível, aliás todos podemos e temos o direito de sonhar, embora não viva obcecado com isso.

Do mesmo modo que sei das minhas capacidades, também sei das minhas lacunas, lacunas essa que tento “esconder”, com o constante aperfeiçoamento das mesmas, só assim será possível trabalhar num outro nível de exigência.

Tal como os jogadores, também os treinadores têm várias etapas a percorrer, e pretendo não saltar etapas nesta minha formação.

Acima de tudo acredito que só será possível trabalhar num nível de exigência mais elevado se encarar cada dia de trabalho com o mesmo profissionalismo e dedicação que o faço desde o 1º dia.

 

Qual a tua opinião sobre a formação do futsal no distrito de Viseu?

Nos últimos anos tem melhorado muito, tal como comprova os resultados obtidos pelas várias equipas que participam nas fases finais dos campeonatos nacionais.

Mesmo no Interassociações as equipas da AF Viseu têm melhorado a classificação a cada ano que passa.

Felizmente, as equipas deste distrito passaram a olhar para a formação com outros olhos, não tenho a menor dúvida que das várias equipas existentes no distrito de Viseu muitas delas têm jovens promessas que iram chegar a altos patamares do futsal Português.

Existe muita qualidade no futsal de formação no distrito de Viseu, sinal que se trabalha muito e bem na formação de futuros atletas de alta competição.

 

Entre Viseu e Vila Real, qual dos dois distritos achas que tem mais vantagens e consolidação a nível associativo para que a modalidade evolua?

Não diria que se trata de vantagens ou desvantagens, tal como no distrito de Viseu também no distrito de Vila Real existe imensa qualidade tanto na formação como no futsal sénior.

A meu ver os dois distritos estão muito equiparados no que toca à qualidade, penso que o que está mesmo a marcar a diferença é a aposta que se está a fazer na modalidade quer pela própria associação quer pelos clubes.

Penso que o distrito de Vila Real ainda se olha para o futsal como uma 2ª oportunidade para quem não singrou no futebol, embora reconheça que isso também aí esta a mudar, e ainda bem.

O grande problema, tanto no distrito de Vila Real como no de Viseu, encontra-se ao nível associativo, pois ambas têm muito a perder devido ao fato de estarmos no interior do país, algo com o qual teremos de conviver.

 

Em relação aos teus miúdos, com os quais tens uma relação de quase “pai-filho” por assim dizer: é complicado conseguir gerir a situação do planeamento dos treinos e jogos quando os mesmos estudam fora?

 Esse tem sido o nosso grande problema esta época. Já sabíamos de antemão que iria ser assim.

O nosso plantel é relativamente curto para o nível de exigência que estamos a competir. Felizmente temos podido contar com alguns jovens dos juvenis com imensa qualidade que nos estão também a ajudar.

Do plantel de juniores, apenas 3 jogadores residem em Tabuaço durante a semana, o que nos impossibilita de trabalhar/treinar como qualquer outra equipa o faz.

Esses 3 jogadores treinam semanalmente com o plantel sénior do qual também fazem parte, todos os outros realizam apenas um treino de 1:30h por semana, que é á sexta-feira, véspera da maioria dos jogos que se realizam aos sábados.

Temos o plantel espalhado a estudar pelo país fora, desde Lisboa, Coimbra, Tondela, Lamego etc.

Ou seja estamos em clara desvantagem em relação aos nossos adversários.

Quando temos jogos em Lisboa (2 jogos) e Leiria (2 jogos), esses jogadores, nem vêm treinar, pois sónas viagens ficariam esgotados.

Encontram-se com o resto da equipa no próprio dia de jogo.

Mas mesmo com todas estas desvantagens os meus miúdos estão a realizar um trabalho fantástico, tenho imensa pena, por todas estas contrariedades, pois se elas não existissem acredito seriamente que teríamos uma palavra a dizer neste campeonato.

Em termos de qualidade individual, não vejo grandes diferenças em relação a todos os outos jogadores deste campeonato. A diferença está a ser feita pelo número de opções que possuem as equipas nos seus plantéis e pelo entrosamento existente nas mesmas.

Estamos a competir com equipas que realizam 8 a 10 treinos por semana, treinos esses bi-diários, e NA MELHOR DAS HIPÓTESES a nossa equipa realiza 4 por mês.

 

Como é dividir os mesmos com o plantel sénior que milita na série B da 2ª divisão, quando no teu campeonato defrontas no momento equipas como Sporting CP, SL Benfica, Caxinas, FJ Antunes, Burinhosa, etc…

Não é fácil, sendo o plantel de juniores relativamente curto ainda torna o mesmo mais difícil.

Mas no inicio de época foram definidos objetivos e prioridades e cabe-me a mim respeita-los. (Tal como sempre o fiz)

Quanto maior é o desafio maior é a aprendizagem, muitas vezes nom momentos difíceis é quando se revelam as grandes equipas.

Tal como aconteceu no jogo em Coimbra com a Académica onde fomos com algumas baixas importantes devido a impossibilidade de vários atletas darem o seu contributo á equipa, jogo esse onde teríamos de ganhar para poder estar nesta faze final do campeonato nacional, e o grupo deu uma resposta caval, com um jogo exemplar, conquistando ai os 3 pontos.

 

Sabendo de antemão que o Futsal no interior do País, não só a nível sénior, mas e, principalmente na formação, o mesmo está votado a uma certa descrença e desvalorização, achas que a tua equipa com aquilo que tem conseguido nesta época pode ser um exemplo a seguir por outras?

Acredito que sim, só quem está dentro do grupo de trabalho sabe todo o esforço que esta equipa faz para poder tentar competir de igual para igual com as melhores equipas do país neste escalão.

Já referi anteriormente as imensas contrariedades a que estamos sujeitos, mas isso não pode e nem vai servir de desculpa para deixarmos de acreditar que podemos e queremos fazer melhor.

Só temos de acreditar que é possível, se nós não acreditarmos que somos capazes, quem irá acreditar!

É esta a mensagem que trato de fazer chegar sempre aos meus jogadores, e eles tem-nainterpretado na perfeição.

No desporto não existem impossíveis, tudo é considerado impossível até acontecer!

 

Sentes que o que tens conseguido nestes dois anos de AJAB Tabuaço tem sido reconhecido, ou achas que ainda há gente com dúvidas sobre o teu valor como Treinador de Futsal?

 Sinto acima de tudo que tenho conseguido atingir os objectivos, quer individuais quer coletivos a que me tenho proposto época atrás época.

A todos aqueles que me apoiam, que estão comigo nas vitórias, mas mais importante, estão comigo nas derrotas, a essas pessoas estou-lhes agradecido e também sabem que podem contar comigo para o que der e vier.

A quem o meu trabalho ou o modo de trabalhar não agrada, tenho pena, deus que era deus não agradou a todos, também não serei eu que vou agradar.

Mas sim, do mesmo modo que sinto que tenho imensa gente que está comigo, também reconheço que existe gente a quem não agrado.

Mas não estou minimamente preocupado com isso, pois o meu objetivo não é agradar a “gregos e troianos”, sou treinador para tentar ganhar jogos, mas acima de tudo para formar homens e é nisso que vou continuar a trabalhar.

 

Para alguém, embora neste mundo do futsal há pouco tempo, sentiste que por vezes a tua força e vontade de mudar as coisas, pode não chegar se encontrares pelo meio alguém disposto a não seguir a tua linha de raciocínio e de execução de projetos?

 Quando trabalhamos num clube onde existe uma hierarquia, sabes previamente que tens pessoas a que deves respeitar as suas decisões.

Podes estar de acordo, ou não, mas terás de aceitá-las.

Ao longo destes 5 anos foram algumas as decisões das quais não estive de acordo, mas como todas as pessoas, eu não sou o dono da razão, algumas decisões vieram provar que eu estava certo e outras que eu estaria errado.

Agora, o que eu acredito é que se todas as pessoas fizerem o seu trabalho com o intuito de retirar o máximo de proveito para o clube que representam, ai sim, o clube é quem mais sairá a ganhar.

 

Quais os segredos para as campanhas notáveis que tens conseguido nos clubes que orientaste até ao momento?

Não considero que tenha feito até ao momento algo de tão relevante, o caminho a percorrer é longo e ainda tenho muito para aprender.

Mas focando-me nestas duas últimas épocas na AJAB Tabuaço, primeiro que tudo os jogadores,” ninguém faz omeletes sem ovos” e felizmente encontrei na Ajab um grupo de jogadores extremamente competitivos e com imensa qualidade, o que torna tudo um pouco mais “fácil”.

E em segundo, o mais importante, o trabalho. De que adiantaria ter qualidade se não se trabalha arduamente, sempre em buscade melhorar quer individual, quer coletivamente.

E nesse e noutros aspetos os meus jogadores são fantásticos, sempre prontos para trabalhar. NUNCA viram a cara à luta, e uma vontade incrível de querer chegar cada vez mais longe.

A garra, determinação, querer e o mais importante Humildade, corre-lhes no sangue…

 

A duas jornadas do término da 2ª Fase do Campeonato Nacional Juniores Futsal Fase Final 14/15, como te sentes?

Sinto-me acima de tudo com a consciência tranquila de que sempre fiz tudo para que o grupo de trabalho atingisse os seus objetivos.

Sei perfeitamente que do mesmo modo que os jogadores falham de baliza aberta, eu também falho nas minhas decisões.

Poderíamos até agora ter feito um pouco mais?

Capacidade para isso temos, mas só isso não chega, estamos no mais alto nível do futsal Português deste escalão, ser bom já não chega, temos de ser perfeitos, e a perfeição só se consegue com trabalho.

Temos mais 6 pontos para disputar e é nisso que estamos focados.

 

Samuel, o futuro passa por onde? Continuação na AJAB Tabuaço ou novo projeto?

O futuro passa acima de tudo pela aprendizagem, tenho imensa “fome” de conhecimento e pretendo continuar a aprender para com isso evoluir e tentar atingir melhores resultados para a minha equipa.

Neste momento estou apenas focado na AJAB Tabuaço e nos dois jogos que ainda faltam disputar nesta fase final.

O Futuro a Deus pertence e, o que tiver de ser será !!!

 

Amigo, deixaste algo por dizer que não tenhas referido nas questões anteriores?

Não poderia deixar de mais uma vez agradecer a oportunidade, e a amizade por si demonstrada ao longo dos últimos anos.

Queria também agradecer a todos os jogadores, treinadores e afins com quem me cruzei ao longo destes 5 anos, pois com eles tornei-me melhor.

Aos meus jogadores, OBRIGADO, por tudo, vocês são os melhores, fantásticos.

A minha equipa técnica, Eusébio Maia, Pedro Lemos e Ricardo Miguel, obrigado pelo apoio, pela paciência e acima de tudo pela vontade com que juntamente comigo abraçaram esta causa, o mérito é muito vosso.

Ate breve, vemo-nos num desses pavilhões espalhados pelo país.

Cumprimentos…

 

 

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