Jogo sem história, o resultado diz tudo. Vitória fácil dos barrosões.

O Montalegre foi superior ao seu adversário em todos os capítulos do jogo, marcou sete, podiam ter sido menos ou mais golos, o triunfo barrosão nunca esteve em causa diante de um adversário que denota muitas fragilidades.

Logo aos quatro minutos o avançado senegalês Baba lança o primeiro aviso à baliza do Moncorvo. E aos seis minutos Aliu abre o marcador depois de assistência perfeita de Zack. Os barrosões procuram o segundo tento, porém Baba atira ao lado. No vendaval ofensivo barrosão Michel atira ao poste, o segundo golo barrosão chega mesmo aos 25 minutos, nova assistência de Zack para Baba fazer um golo de belo efeito. A equipa do Moncorvo tem uma grande situação para marcar mas o livre de Serginho esbarra no poste da baliza de Márcio.

Mas era a equipa da casa que tinha o controlo do jogo e Edson tem logo a seguir mais uma boa chance de golo. Depois é Aliu Ronaldo que volta a estar perto do objectivo. Não marcou à primeira, marcou à segunda, Aliu Ronaldo e colocou o placard ao intervalo de (3-0).

Para a etapa complementar o conjunto barrosão levanta um pouco o pé do acelerador, mesmo assim Baba faz o (4-0) num cabeceamento indefensável, foi logo aos 4 minutos da segunda etapa. Aos 67 minutos quase surge o auto-golo de Filipe, defesa central da equipa do Moncorvo. Continuava o Montalegre a dominar, o Torre de Moncorvo não tinha quaisquer argumentos e Dhida quase marca depois de ultrapassar dois adversários.

Aos 71 minutos é Nené a ameaçar a baliza a contrária, todavia o açoreano marca mesmo no minuto seguinte, depois de excelente assistência de Álvaro Branco. O capitão do Montalegre, Zack, faz o (6-0), num remate acrobático. Pelé ainda obriga Márcio a defesa apertada, mas é Nené que fecha as contas do jogo com um golo de calcanhar, a passe de Tiago Gomes.

Vitória com nota artística do Montalegre diante de um adversário que deseja o final do campeonato.

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