Circuito de Montalegre: Licença Internacional FIA renovada

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A Federação Internacional do Automóvel (FIA) acaba de renovar, por mais três anos, a licença internacional ao circuito de Montalegre. Uma notícia que reforça a importância e a visibilidade de um investimento que, recorde-se, recebeu há escassas semanas a abertura do Campeonato do Mundo de Rallycross. David Teixeira, vice-presidente do município, adianta que esta decisão «representa a confirmação da qualidade do circuito e a afirmação de Montalegre no cenário europeu e mundial do desporto automóvel».

Depois do estrondoso sucesso da prova mundial de rallycross, realizada no início deste mês, eis que acaba de chegar mais uma boa nova a Montalegre. O circuito barrosão foi contemplado com a renovação da licença internacional. Uma notícia que, embora esperada, enche de satisfação o executivo municipal. Para o vice-presidente da Câmara de Montalegre «representa a confirmação da qualidade do circuito» bem como «a afirmação de Montalegre no cenário europeu e mundial do desporto automóvel».

SONHO GALEGO

David Teixeira acrescenta que a decisão da FIA «significa que a prova do Mundial de Rallycross foi uma aposta ganha e que essa mesma prova foi tida em conta pela FIA». Esta licença, reforça o autarca, «é, também, o carimbo que faltava na consagração de Montalegre como um dos palcos mais importantes no circuito automobilístico». Com o selo de qualidade, o circuito pode pensar em outros patamares, mais não seja para rentabilizar o que existe no Barroso e não existe, por exemplo, em terras vizinhas: «o Mundial obrigou o nosso circuito a ganhar novas valências e novas condições para albergar o muito público que esteve em Montalegre». Neste sentido, esclarece o vice-presidente, estamos perante um investimento que pode ser canalizado «para outras provas». No baú dos desejos, está «em fazer com que o circuito de Montalegre seja, também, um circuito galego. A Galiza não tem qualquer pista de rallycross, muito menos que tenha uma homologação da FIA». Todavia, remata: «tem muitos participantes, muitos aficionados e faz sentido que, em tempos de crise económica na Europa, as infraestruturas que estão construídas pelo erário público, possam ser aproveitadas por outras instituições, para que a modalidade saia vencedora».

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